Ao cair da tarde, o porto de Vela Serena acendia suas lanternas como se fossem constelações descidas ao nível do mar. As tábuas do cais contavam histórias em cada rangido, e as ondas, em sussurros de sal, traziam memórias de encontros e despedidas...
A gruta respirava umidade e silêncio. O ar fresco trazia um cheiro antigo de pedra, como se o tempo guardasse ali a memória de conversas que nunca terminaram. Lucas, Mariana, Rafael e Sofia caminhavam com lanternas tímidas, descobrindo saliências...














